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Folha A·546
Geração BenjamimJeff FromholzObra reunida
04 de mar de 2012

E se eu nao amar a Deus

Pr. Jeff Fromholz04 de mar de 2012

E se eu não amar a Deus?

Quem crê no Filho tem a vida eterna; quem não obedece ao Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele. 
João 3.36

E estes irão para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna. 
Mateus 25.46

Eles serão castigados com a destruição eterna e separados da presença de Deus e da glória de seu poder.
2 Tessalonicenses 1.9

Já pensou em morrer?

Já pensou em como seria morte?

Tem medo da morte?

Por que geralmente as pessoas desejam a morte?

Em nossos momentos mais felizes, não desejamos morrer. A vontade de morrer surge apenas quando nosso sofrimento parece insuportável. O que realmente queremos, nesses momentos, não é a morte, mas o alívio. Desejamos que voltem os bons tempos, que a dor passe ou que nosso parente querido retorne da sepultura. Queremos vida e felicidade.

Enganamos a nós mesmos quando temos uma visão romântica da morte, como se ela fosse o clímax de uma vida bem vivida. Ela é uma inimiga. A morte nos separa de todos os maravilhosos prazeres deste mundo. Damos doces nomes à morte, como se ela fosse o menor dos males. Mas, mesmo quando esse carrasco nos desfere um golpe de misericórdia e acaba com o nosso sofrimento, isso se torna o fim da nossa esperança, pois não é isso o que desejamos, de fato. O que realmente queremos é vida e felicidade.

Deus nos fez assim. “Deus... pôs a eternidade no coração do homem” (Eclesiastes 3.11). Fomos criados à imagem de Deus; e, Deus ama a vida e vive eternamente. Fomos feitos para viver eternamente, e viveremos. O oposto de vida eterna não é aniquilação, é inferno. Jesus falou sobre isso mais do que qualquer outra pessoa. Ele deixou claro que rejeitar a vida eterna oferecida por Ele resultaria não em aniquilação e sim na miséria da ira de Deus: “Quem crê no Filho tem a vida eterna; quem não obedece ao Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele.” (João 3.36).

Além disso, essa ira permanece eternamente. Jesus disse: “E estes irão para o castigo eterno, mas os justos para a vida eterna.” (Mateus 25.46).

Essa ira é uma realidade indescritível que mostra a infinita malignidade da atitude de tratar Deus com indiferença ou menosprezo. Por essa razão, Jesus adverte: “E se seu olho levar você a pecar, arranque-o e jogue fora. É melhor entrar no Reino de Deus com um olho só do que ficar com os dois olhos e ser jogado no inferno. Ali o verme nunca morre e o fogo nunca se apaga” (Marcos 9.47-48).

Deste modo, a vida eterna não é apenas a extensão desta vida, com a sua mistura de dor e prazer. Assim como o inferno é o pior dos resultados desta vida, a “vida eterna” é o melhor. Tal vida é uma alegria suprema e crescente, onde o pecado e a tristeza deixam de existir. Tudo o que é mau e danoso, nesta criação caída, será eliminado. Tudo que é bom — tudo que traz a verdadeira e duradoura felicidade — será preservado, purificado e intensificado. Seremos transformados e capacitados para receber dimensões de alegria que são inconcebíveis nesta vida.

“Nenhum olho viu, nenhum ouvido ouviu, nenhuma mente jamais imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam.” (1 Coríntios 2.9).

Em cada momento da vida, agora e sempre, podemos viver uma verdade: para aqueles que confiam em Cristo, o melhor ainda está por vir. Nós veremos a glória de Deus, a qual satisfaz completamente.

“E a vida eterna é esta: que conheçam você, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem você enviou ao mundo.” (João 17.3).

Foi com esse propósito que Cristo sofreu e morreu. Como não O abraçaremos como nosso tesouro e vida?