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Folha A·177
Geração BenjamimJeff FromholzObra reunida
21 de ago de 2006

Redescobrindo seu coração selvagem

Pr. Jeff Fromholz21 de ago de 2006

Redescobrindo seu coração selvagem.

“Nós construímos igrejas que se tornam nada mais do que lugares para os da fé se esconder enquanto fingem que suas ações estão boas e frutíferas para o mundo”.

Erwin Raphael McManus

Uma vez houve um tigre, aquele tipo bravo, que quando ele soltou a sua voz, os outros animais tremeram. Ele andava na selvagem dia após dia matando quando precisava e curtindo seu poder e liberdade até um dia, uns caçadores o pegaram numa rede e colocaram-no numa gaiola. Ele bateu no ferro, grito, mas sem resultado, Ele não tinha como sai da gaiola. Com tempo, eles o tiraram da sua prisão e trabalhou com ele usando chicotes até o dia em que eles podiam passar mão na sua pele. E pra ser honesto, ele gostou do carinho. Depois tanto anos na gaiola ele curtiu a atenção. Depois um pouco mais tempo, eles o colocaram numa área com outros tigres, todos domesticados. E, vez em quando, quando ele soltou sua voz, um dos seus treinadores chegou lá rapidamente para falar para ele que isto não era a maneira certa de se agir. E com tempo, ele não soltava a voz mais, mas se acomodou deitando num sofá dia após dia, curtindo com os outros tigres mansos e recebendo carinho dos treinadores. Ele passou anos assim, pensando de como a vida dele era boa, tudo calmo, tudo providenciado até o dia em que ele ouviu um tigre rugindo lá fora e algo despertou nele, algo se lembrou dos tempos passados quando ele era alguém, quando ele era livre, quando ele tinha razão na vida e ele olhou para a janela desejando sair. De repente, ele pirou, e correndo na direção da janela, ele pulou e quebrando o vidro ele caiu dois andares até o chão, ele se machucou, mas sobreviveu. Ele se levantou, rugiu e, sem olhar para trás, voltou a selvagem para a vida de qual Deus tinha chamado ele viver. Pois o tigre não foi criado de ser domesticado. Ele é uma criatura brava e selvagem.

O que nós vemos hoje é uma igreja domesticada, tudo certinho, cheio de pessoas contentes de deitar no sofá todo dia e receber os carinhos do seu pastor vez em quando, mas não efetuando nada na vida ou no mundo. Não sei se você se lembra de quando você converteu e estava cheia de paixão por almas perdidas. Você queria ganhar o mundo por Cristo e tentou até um “treinador” chegou por perto para te informar que não era tão assim. Eu me lembro de alguém me falando que meu “fogo” ia passar. Deus me livre. Que testemunho triste. E infelizmente ele provavelmente tinha razão. Ele sabia porque o fogo dele era nada mais do que uma lembrança. Depois um tempo com os “treinadores” trabalhado com você, você parou de gritar sobre pecado e inferno, pois não é assim que os domesticados se agem.

Eu nunca me sinto tão constrangido do que quando estou numa restaurante ou lugar tudo formal, eu não sei como agir, pois não tenho prático nessas coisas. Eu me divertir muito, mas estou sempre ciente que talvez estou errando em algo e todos no meu redor estão vendo e falando mal de mim. E é isso que acontece na igreja. Quando entramos, entramos tudo louco, selvagem ao máximo, apontando cada pecado e querendo saber do por que a igreja não faz evangelismo ou ajuda os pobres que sentam bem na frente da igreja. Mas com tempo, eles conseguem colocar um colar sobre nosso pescoço e nos lidar com uma corda. Depois um pouco mais tempo, eles tiram a corda e coloca um terno e gravata ou um vestido em nós e fala, “Agora você é um de nós”. E depois mais tempo, nós até esquecemos das nossas objeções quando entramos. Nós esquecemos dos perdidos e pobres. Pois é tão bom de esta na “casa de Deus” deitado no seu sofá e esperando os carinhos dos outros. Por que preocupar com o que está lá fora. Estamos dentro agora. E com tempo, você esquece do fato que uma vez você era selvagem, algo Deus criou você a ser. Você esquece que sabe rugir. E em vez de rugir, você faz os sons de um gatinho domesticado esfregando seu lado nos lados daqueles outros gatos domesticados com qual você convive agora.

Até o dia em que você ouça um tigre de verdade lá fora rugindo e algo desperta em você; algo acorda e você lembra de quem você era e como que era antes e bate uma saudade em você por se mesmo. Você nem se reconhece mais e numa boa nem gosta do que você veja no espelho. Isto não é quem Deus te criou a ser. Deus te criou de ser um individual diferente de todos. Deus não nos criou de ser igual como discipulado tem tentado fazer com uma geração de crentes. Discipulado é modelando a vida Cristã, “imita-me”, ações, não seja minha cópia ou igualzinho. Acho muito feio e ridículo quando você ver esses pastores ou discípulos de alguém imitando literalmente o discipulador dele. Vestindo igual, falando igual. Deve fazer muito para o ego daquele sendo imitado, mas para quem se perdeu no jogo é triste. Eu te garanto que isto não é o que Deus queria. Dar a vontade de rir se não fosse tão triste de ver mais um gato domesticado que nem tem uma própria identidade. O cara nem sabe quem ele é mais.

Mais, vez em quando, um desses gatos domesticados ouça aquele tigre rugindo lá fora e ele se lembra de quem ele é e quem Deus criou ele a ser, alguém selvagem. E ele olha para aquela janela no santuário, aquele bem pintado e correndo, ele pula, quebrando tudo e se cortando, mas, lá fora ele começa respirar o ar fresco de novo e sentir livre mais uma vez. Algo que sempre confundiu ele, pois quando foi convidado no inicio de entrar na igreja foi falado que isto era pra ele ser livre, mas lá dentro, ele nunca se sentiu livre com aquele colar e corda sobre o pescoço dele e sendo ensinado de não rugir mais. Mas agora ele sentiu o vento no teu cabelo e soltou um som tão alto que vibrou as janelas que restavam na igreja. E se ele prestava atenção nas vozes daqueles ainda dentro da gaiola ele podia ouvir os gatos domesticados falando com vozes meios tristes, meios condenados de mais um gato desviado. Os jovens estão saindo da igreja hoje mais rápido do que entrando e não porque não querem Jesus. Eles querem Jesus. Eles não querem ser domesticados. E assim estão chamados desviados.

Mas, será que isto é o que é desviando. A igreja tem se perdido tanto da sua direção que ela nem sabe do por que ela existe mais. A igreja no início era um ponto de envio. Agora é uma gaiola. A gente fica dentro curtindo os sofás e os carinhos e esquecendo que Deus nos criou para ser selvagem, não domesticado, de tomar de volta o que o diabo tem roubado, de tirar os perdidos da boca de inferno.

É uma guerra lá fora e gatos domesticados não vão colocar medo em ninguém. Vai esfregando na perna do inimigo e ver se ele se assusta, rir talvez e talvez vai passar mão, mas correr, nunca. Deus está levantando uma galera de tigres que estão se soltando do colar da igreja tradicional e pulando da janela. Infelizmente eles estão sendo chamados de rebeldes e desviados, muito como Martin Lutero e cada um que na história da igreja chegou ao um ponto de não agüentar mais a igreja desviada. Mas a minha preocupação não está tanto com aqueles que estão saindo. Pelo menos eles sabem do que estão fazendo. Minha preocupação está com aqueles lá dentro. Será que eles não são aqueles desviados; desviados do propósito de qual foram salvos? Meu medo é que a igreja tem se tornado exatamente a mesma religião que Jesus encarou uns dois mil anos atrás. Aquela religião de qual ele criticava e odiava. Aquela religião que estava surdo aos clamores do mundo lá fora indo para inferno porque o barulho das suas festas santas era tão alto que não deu para ouvi os gritos, e talvez isto era de propósito. Não me duvido muito que se Jesus fosse aqui hoje em dia a igreja ia crucificar ele de novo. Ele ia montar cada coisa religiosa e errada que temos em nossas igrejas que os líderes que tem gastado anos criando, aqueles sistemas religiosos e cheia de regras de homens ou métodos que as pessoas adoram em vez Dele, que depois um tempo de fato iam crucificar ele de novo. Isto não duvida.

Para onde eu vou, eu vejo que existe um barulhinho de pessoas não contentes com o sistema e religião. É um som de uma revolta para acontecer. A continuação de uma revolução que Jesus Cristo começou dois mil anos atrás e para ser honesto, estou torcendo por isso, estou orando e jejuando por isso. O que a igreja precisa hoje em dia é uma revolta santa; uma revolução nos levando de volta as nossas raízes; à volta a selvagem a onde pode mesmo lutar contra inferno. Eu sei que estou correndo risco de ser mal entendido e talvez criticado por incitar uma rebelião, isto não é minha intenção. Prefiro ver mudanças na instituição que chamamos de igreja. Mas se ela não quer mudar, pode crer, estou em favor de uma revolta. Eu me preocupo mais com as almas perdidas do que os fariseus que estão contentes de ter tudo mundo beijando seus anéis.

Eu vejo que chegou a hora da gente redescobrir as nossas vozes e para de fingir que ta tudo bem numa igreja cheia de pecado e hipocrisias. Chegou a hora da gente redescobrir os nosso corações selvagens e descobrir o propósito das nossas vidas. O crente não é uma criatura criada de ser domesticado, ele é algo selvagem; assim Deus o criou e assim ela gosta.

Deus te abençoe!

Pr Jeff