Meu testemunho
Pr. Jeff Fromholz10 de jul de 2006
Bom, eu cresci num lar evangélico. Meus pais eram divorciados, mas minha mãe era um tipo de super-crente. Cada vez que a porta da igreja estava aberta, a gente estava lá inclusive durante a copa. Para fala a verdade eu devia ter tido uma vida bem diferente do que eu levei porque desde cedo na minha vida eu tinha a oportunidade de conhecer Jesus e viver por Ele, mas devido de muitas coisas que rolou na minha vida quando era menor e eu culpando Deus, eu optei de ser espectador e talvez um dia seguir o caminho de qual eu foi ensinado que era certo.
Com 18 anos de idade eu sair da casa da minha de vez e ali foi o começo de dois anos desagradáveis da minha vida. Com 18 anos, eu achei que conheci tudo e sabia de como o mundo funcionava como todos os jovens, que decepção. Entrei na faculdade e descobri o mundo de qual minha tinha tentado me proteger. Até aquele ponto na minha vida, eu nunca tinha tomado nenhuma bebida alcoólica, nunca fumei, nunca usei drogas e só tinha duas namoradas e ainda era virgem. Eu era um cara bem inocente e basicamente sem mancha.
Três semanas depois entrar na faculdade, fui convidado a minha primeira “festa” e foi a primeira vez que provei cerveja e os efeitos dela no corpo humano, incluindo vendo um vaso sanitário bem de perto com minha cabeça lá dentro ofertando o meu almoço. Infelizmente o que devia ter sido uma experiência ruim (era) e algo que devia me acordado, eu gostei. Eu gostei do fato que eu não era considerado careta mais e eu fiquei surpreendido com todas as “amizades” que eu fiz em tão pouco tempo. Então cada fim de semana podia me achar com minha galera vomitando num lugar na cidade.
Mas, para mim, eu descobri algo além na bebida, algo mais importante, eu achei um jeito de esquecer das dores que eu estava levando no meu coração. Eu não entendi que meu coração podia ser curado então eu procurei uma maneira de não senti a dor e isso eu achei na bebida, só que quando eu acordei as dores permaneceram e eu fiquei mais decepcionado ainda. Mas isso não me levou a parar, ao contrário, eu comecei a beber todo dia e coisas mais fortes do que cerveja. Quando as coisas começaram piorar na minha vida, eu descobri como funciona amizade naquele mundo de festa. Quando acabou o dinheiro e a bebida, acabou a amizade. Você de repente se acha sozinho com seu problema.
Tinha um amigo naquela época que se importava comigo, mas nem ele agüentou a cena. Um dia ele chegou na minha casa e falou para mim de parar com a bebida e fumando ou seria o fim da nossa amizade porque ele não estava agüentado ver eu autodestruindo. Eu falei para ele que ele era louco e que eu não tinha problema e ia mostrar isso a ele parando. Que choque eu enfrentei quando descobri que tanto que eu queria, eu não podia, que medo.
E assim, uma noite, eu me ajoelhei ao lado da minha cama, desesperado, com medo e falei com Deus. “Cara, se você existe, por favor, eu preciso de Ti. Sei que eu tenho feito muita besteira, me perdoe. E se você me liberta dessa, eu vou te servir com o resto da minha vida. Amem.” Eu acordei ao próximo dia completamente transformado. Eu ainda tinha uma luta terrível na minha frente como os cigarros, mas Deus me libertou da bebida.
Mas, eu não fiz bem no início com a minha promessa a Deus e um ano depois, Ele me lembrou. Estava voltando do trabalho e abriu o sinal para mim e eu fui em frente e de repente ouvi um caminhão buzinando bem antes de bater no meu carro. Ele me bateu 20cm atrás da minha porta, basicamente repartindo meu carro em dois pedaços e passando para o outro lado da rua para bater em mais três carros. Eu sem saber o que aconteceu chutei a minha porta até abriu, resultado de muitos filmes de ação e vendo muitos carros explodem depois um acidente, saiu e foi sentar na calçada. Quando a policia chegou, um deles estava agindo igual um doido gritando e correndo. Eu finalmente entendi o que ele estava fazendo. Ele estava procurando o motorista do Chevette, meu carro. Então fui até ele e me apresentei. Ele não acreditava. Mas, eu insisti. E ele ficou mais doido ainda. “Você deve estar morto. Não tem como você estar ao meu lado em pé.” Ele me mandou para o hospital para ver se estava tudo certo e além de ter batido meu joelho bem, eu estava bem. Foi ordenado de passar 10 dias com minha perna levantada e descansar. Durante esses 10 dias, o cara da polícia me ligou tudo dia para ver se eu estava bem. E cada vez ele enfatizou que era um milagre que eu era vivo, não tinha como. E na última vez ele falou a frase que serviu como o despertador da minha vida. Ele falou, “Deus deve ter uma razão para sua vida.” BBBRRRIIINNNGGGG!!!!! E bem aí eu acordei e pedir perdão de Deus por não ter cumprido a minha palavra. E isto era o começo de uma caminhada bem boa e longa com Ele que tem me levado de ser um pastor e missionário aqui no Brasil.