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Tiago 14 – Controlando a Lingua – 3.2-12

Pr. Jeff FromholzPregação em áudio

Gravação

Baixar o áudioMP3 · 12.2 MB · 53 min

Transcrição automática da gravação, feita por reconhecimento de fala. É a pregação falada, com a sintaxe da fala — não um texto que o autor escreveu nem revisou. Nomes próprios e referências podem conter erro.

Só na passada eram dos mestres, é verdade, aqueles que queriam posição de ensinar, queriam ser alguém, e daí o Tiago fala, somente poucos de vocês devem se tornar mestres. Ah, estou lembrando, está ligado? Somente poucos de vocês, poucos de nós, devemos se tornar mestres na igreja, pois nós que ensinamos seremos julgados com maior rigor. E lembre-se que a gente passou por uma penca de coisas atuais na igreja de um dia, uma penca de ensinos que são totalmente aceitados pela igreja atual, que não tem nenhuma base bíblica. Então, por isso, nós temos que até exigir que quem quer se tornar pastor, quem quer se tornar mestre, temos que exigir que o cara seja o homem da palavra.

Um cara que lê, e não somente lê, mas estuda e entenda. Senão, a gente vai ter parados tipo prosperidade, dízimo, e Jesus passa três dias no inferno, que obviamente não tem nenhuma base bíblica. Mas a gente vai deixar os mestres em paz hoje e vamos abordar todos de nós juntos. Vamos continuar em Tiago 3, a gente vai pegar os versículos 2 a 12. Hoje, o resto do capítulo em Tiago, a gente vai ver essa parte aqui, que ele vai abordar para dar língua. Eu sei que todo mundo já pensa, caraca, vai ser língua, vai ser ruim. Hoje o bicho vai malhar, gente. Mas eu quero te já, encurajante, começar, que não vai ser tanto que você espera.

É incrível que, ah, só pensa, o cara vai pegar a língua. Ah, vai ser o dia pior do ano. Mas vai ver que, na verdade, não vou malhar ninguém, porque eu não quero ser malhado. Então, eu vou ser cuidadoso com vocês, para Deus seja cuidadoso comigo, tá ligado? Na verdade, vai ser mais ensino hoje. Mas nesse daí, a gente vê Tiago falar a língua de uma maneira personificada. Ele fala a língua como se fosse uma pessoa. Ele vai, a língua faz isso, a língua faz aquilo, a língua está responsável por aquilo. E alguém pode até perguntar, por que Tiago não fala do coração? Porque quando você lê Tiago 3, você fala, pô, cara, está culpando a língua.

O que a língua faz? Por que ele não fala do coração? Porque é óbvio que tudo que a língua faz, vem do coração, não é? A língua nunca vai agir independente do coração. A língua simplesmente fala o que o coração sinta ou pensa. E daí a gente fica olhando para Tiago querendo saber por que ele fala só da língua. Ele não toca nenhuma parte do coração. E a razão é porque no pensamento hebraico existe ou não existe uma distinção entre o homem, a parte dele é culpado de algo. A parte não é tão clara, está entendendo? Tem no cara culpado. Tem na parte dele que faz. E no pensamento hebraico, eles olham para a parte que faz e não é para o homem.

Por exemplo, lá em Romanos 3,15, que os seus pés apressavam para derramar sangue. Eles culpam o pé para matar alguém, não é? Você está ligado? Por que os caras estão culpando os pés para fazer o homicídio? O pés o levava onde o coração queria ir. Ou nós temos no 2 Pedro 2,14 que fala, Olhos cheios de adultério. Então, vamos culpar o olho por ter olhado. Mas o olho está sendo dirigido por algo mal dentro do homem. Então, o judeu ele focaliza no membro culpado em vez da raiz no coração. Então, por isso vai ver. Vai ver isso aqui em Tiago e fala da boca e da língua. E da língua e da boca. E não fala do coração. E se ocupa o membro, falo do membro, daí a gente vai entender.

Por que? Ele não estava confuso. Talvez a gente ache que a língua é mal, mas o coração não é tão bom. Quando as pessoas falam hoje em dia, nós temos uma luzinha em nosso coração que ama Jesus. Nós temos aquele espaço lá que só foi feito para ele. E só ele que pode preencher aquele buraco. Está ligado? Não é por aí. A gente sabe que essa ideia também não tem base bíblica. Mas é muito lindo quando a gente fala para nossos filhos. Ô filhinho, tem um buracozinho lá no seu coraçãozinho. Que seu Jesuszinho vai preenchinho. Beleza?

O coração é culpado porque a língua não opera independente do coração. Mas ao mesmo tempo nós estamos lidando com pessoas que eram judeus escrevendo. Então a gente tem que entrar no pensamento judaico para poder seguir em frente. A língua é o símbolo vivo do que está no coração. Quantos de vocês já foram para médico? Lembra quando você foi com uma criança? Ele te senta lá. Porque a primeira coisa que ele fala. Me mostra a sua língua. Para que a língua? Não sei como, mas mostra para o médico a saúde da criança. E Tiago, como o médico dos judeus nesse sentido, está falando para nós. Mostra-me a sua língua. Eu quero ver o que está na sua língua.

Porque a sua língua vai me mostrar como está o seu coração. A sua língua vai me mostrar como está a sua fé. Então nós temos que ir contra as nossas línguas. A gente sabe disso. A gente não vai ficar malhando fofoca, nem mentira. Todo mundo já sabe que está fora. Esse seria tempo perdido de falar por que não fofocar. Por que não mentir? Por que não difamar? Por que, sabe? Mas nós temos que já entender, já concordar. Eu tenho que controlar a minha língua. Eu tenho que me controlar. E nessa ideia, Tiago vai nos dar cinco razões por fazer isso. Primeiro, nós temos que controlar a nossa língua por causa do seu potencial a nos condenar.

Tiago 3, 2. De fato, todos nós cometemos muitos erros. Mas se alguém consegue controlar a sua língua, essa pessoa é perfeita. Pois também consegue controlar todo o seu corpo. Primeiro, todos de nós cometemos... Interessante, não é erros, mas é muitos erros. Está ligado? Vamos já entre nós aqui. Sabe que a pessoa do nosso lado também comete muitos erros. Outras palavras, ninguém é perfeito. Ninguém é perfeito. Tanto que a gente está acostumado de fingir na igreja que somos perfeitos. Ninguém é perfeito. Nós cometemos muitos erros. Ou, quer dizer, nós pecamos. Todos nós pecamos. Esse daí está falando de pecado. Não está falando de errar.

Um mais um é três. A gente está falando em pecado. Então, o que esse texto está dizendo? Todos nós pecamos. Presente. Não é... Eu era um pecador. Sabe aqueles testemunhos falsos na igreja? Quando eu era? Quando eu pecava? Como se fosse o cara já chegou. Todos de nós... Eu não estou dando desculpa para a gente poder pecar. Mas para entender tudo que o Tiago vai falar. É importante que a gente tire aquela falsidade. Aquela máscara. Que nós não pecamos. Todos nós pecamos. E muito. Mas a língua que o Tiago vai abordar é, talvez...

Talvez, talvez. Nem deve falar, talvez. Mas a maior área de pecado. O maior lugar onde nós pecamos. O pecado da língua é algo que todos nós temos em comum. Talvez ninguém aqui além de eu, Lice, até nós temos nos Estados Unidos. Então, nós não temos o país em comum. Mas o que nós temos em comum são as nossas línguas. Talvez você tenha um pecado que eu não tenho. Ou talvez eu tenha um luto que você não tenho. Mas o que nós temos, todos nós, em comum é a língua. A maneira mais fácil e pecar está com a língua. Tem um cara, o Publius. Um grego erudito. Ele falou. Às vezes eu tenho me arrependido de ter falado. Concordo.

Mas nunca de ter ficado quieto. Quantas de nós temos visto algo sair em nossa boca. A gente fica naquela parada. Tentando pegar de volta. Ah, não. Não falei, não. E já foi falado. Numa briga com o esposo, com o marido. Quantas vezes a gente fala algo na hora que sai. A gente fala. Ah, não. A gente quer falar. Está amarrado. Satanás. Falou a natureza da minha língua. E tenta culpar alguma coisa. Mas a gente já falou. Já foi. Mas quem já ficou arrependido de não ter falado em uma briga com o seu marido ou sua esposa? Poxa, eu devia falar dele safado mesmo. Ah, não. Jesus falou. Eu afirmo a vocês que no dia do juízo, cada pessoa vai prestar contas de toda palavra inútil que fala.

Porque pelas tuas palavras será justificado e pelas tuas palavras será condenado. Aqui a gente está falando. Por que controlar a nossa língua? Porque ela tem o poder de nos condenar. Eu fico pensando. Cara, se nós vamos estar diante de Jesus um dia para ser julgado por cada palavra inútil. Caraca, vai demorar quem está atrás de mim, tá? Coitado. Ele vai orar que Deus te deixe passar antes de mim. Porque quem está atrás de mim vai ficar lá um tempão. Porque eu sei uma coisa. Eu vou prestar contas por muitas palavras. Porque em uma eu falo muito. Quem fala muito que o Bíblia fala, o pecado não está longe dele. Eu, eu.

Eu tenho que ir aqui, além de mim, que tem medo de ficar diante de Deus para prestar contas para as suas palavras. Cada palavra é inútil. E, e, e, caraca, meu. Deus tem que ter uma lembrança boa. Uma memória boa. Porque sabe uma coisa? É muita coisa. Vai, vai, vai. Um dia. Deus tem que ficar um dia só. Carrega um papel com você, caneta. Cada palavra que se fala inútil no dia, para em anotar. E vê quantos papéis, coisas de papel você preenche. Num dia só. Para a gente ver quanta besteira que a gente fala. Esse que ele está querendo dizer. Meu. Fique ligado, cara. Porque a sua língua vai te condenar. E a gente já passou.

Tiago 1, 26. Se alguém fala que é religioso, mas não controla a sua língua, se engana e sua religião não vale nada. Para ser sincero. Aqui é meu medo. Quando eu olho para a minha língua. Quando eu paro para pensar na minha língua. Quando eu paro e penso em cada coisa inútil. Que sai da minha boca. Eu tenho medo que a minha religião é nada mais do que uma farsa. Que a minha religião não vale nada. Como a Bíblia fala. Porque fé viva se mostra no controle da língua. E nada tão bom representa a natureza pequenmanosa do homem do que a língua. Você não pode comentar todo o pecado que talvez gostaria. Claro que ninguém quer pecar.

Mas talvez tenha algumas coisas que você gostaria de fazer, mas não faz. Mas quem controla a língua? Quem impede a língua de falar tudo que quer? A gente consegue às vezes de não matar alguém. Mas de falar mal dele.

Por isso a língua tem o potencial de nos julgar e condenar. Mas se alguém consegue controlar a sua língua, essa pessoa é perfeita. A gente fala no início, ninguém é perfeito. Ninguém controla a língua. Essa palavra é perfeita. Talvez isso é a razão que os monges fizeram votos de silêncio. Por anos. Talvez essa foi a ideia deles. Se eu consigo controlar a minha língua, eu vou controlar todo o meu corpo. Até tem uma história de um monge, ele fez um voto de três anos de silêncio. No fim do primeiro ano, ele falou só duas palavras para o livro dos monges. Ele falou chão duro. Passa mais um ano, no fim do segundo ano, fala mais duas palavras para o líder.

Comida fria. Chega no fim do terceiro ano, foi procurar ali dos monges e falou, eu desisto. Ele falou, não é de surpresa. A única coisa que você tem feito desde que chegou aqui é reclamar. As únicas seis palavras que ele falou há três anos. Só reclamação. Temos que controlar as nossas línguas por causa do seu potencial a nos controlar. Tiago 3, 3 a 5. Nós conseguimos fazer um grande cavalo ir onde queremos, por meio de um pequeno freio na sua boca. E um leve pequeno faz um navio grande virar para onde o piloto quiser. Mesmo que os ventos estejam fortes. Da mesma maneira, a língua é uma coisa pequena que se gabe de grandes coisas.

Uma floresta inteira pode ser insediada por uma simples faísca. A língua é pequena, poderosa e perigosa. Como um leme num navio freio na boca de um cavalo, a língua é pequena. Mas pode nos controlar. Pode efeitar totalmente a direção das nossas vidas. E ainda que a língua é pequena, ela fala muita coisa. Se gaba, mas ela tem razão. A língua fala de coisas grandes porque mesmo pode fazer. Não é tipo o papo furado. A língua mesmo sabe, eu tenho poder. Eu tenho o poder de controlar. A língua pode destruir. Pode acabar com pessoas, igrejas, amizades, casamentos, famílias, uma nação. E até pode causar uma guerra. Só a língua.

Já vi um casamento acabar por causa de papo? Já vi pessoas brigar, acabar com amizade por causa de papo? Já vi igrejas rachando por causa de papo? Pessoas falando coisas que não prestam. E a gente vê o poder da língua. Mas no outro lado também, a língua tem o poder de edificar. Tem o poder de encorajar, de confortar, de alegrar. Não é somente mal. A língua pode ir dos dois lados. Por isso nós temos que controlar a língua. E não deixa ela nos controlar. A língua é muito poderosa. E por isso se gaba. Quem já viu aquela ditada? Palo e pedras não podem quebrar os meus ossos. Mas palavras... Palo e pedras podem quebrar os meus ossos, mas palavras não podem me machucar.

Já vi essa? Sticks and stones can break my bones, but words will never hurt me.

Toda criança dos terrenos sabe dessa. Porque quando alguém chega lá e fala uma coisa de você, que dói, a sua resposta sempre é... Palo e pedras podem quebrar os meus ossos, mas palavras não podem me machucar. Mentira.

É uma frase usada para tentar esconder a dor. Palavras machucam. Osso saram. Mas a ferida muitas vezes deixada por uma palavra não se sara tão facilmente. Eu, como criança, fui abusado fisicamente por anos. Meu pai tinha um problema com raiva e descontava em mim. Mas eu não lembro muito dos socos. Mas o que eu lembro são as palavras que me falam. As frases...

Que fica. As feridas. Você é burro. Você não vai fazer nada com a sua vida. Você não presta. Você é um f***.

Cabeça de merda. Nessa idade fica. E você carrega o resto da sua vida. Lembrando. Teu pai te fala essas coisas. Palavras machucam. E ferem. E ferem bem. Os rabins falavam que a língua é uma flecha. A razão que eles falavam que é uma flecha e não uma faca. É porque a flecha mata de longe. Você não precisa estar perto da sua vítima. Para matar alguém com uma flecha. E por isso a língua é uma flecha. Se conseguimos controlar a nossa língua. Conseguiremos controlar o resto. É uma guerra. Nós temos que brigar por isso. Porque nós vamos controlar ela. Ou vamos ser controlados. Nós vamos ser aqueles que encorajar. Ou aqueles que ferir.

Quantos crianças hoje em dia vivem em casas onde os pais, na hora de irritação, na frustração, falam coisas que não prestam? E a gente quer desculpar. Não. Mamãe estava frustrada. O papai estava cansado. Mas sabe uma coisa? Essas desculpas não tiram a palavra falada e não sara a ferida. Quantas vezes a gente vê pais pirando com seus filhos? Ah, você é um idiota! Pense! Pô! Você não pensa antes de agir? Ah! Ah!

Cara derruba copo de leite. Que isso? Que isso? Pô! O que tu acha? Que dinheiro cresce numa árvore? Eu tenho que pagar por esse leite.

E assim a gente vai malhando nossos filhos. Crescendo, pensando. Eu não tenho valor. Meu pai fala que não tem. Você é igual ao seu pai! Os pais que falam. Obviamente não é uma coisa pra estimular o moleque. Eu lembro crescendo. Foi a única coisa que eu nunca quis ouvir da minha mãe. Você é igual ao seu pai. Ah! Como que dói! Às vezes que ela fala, cara. Não tem nada mais que machuca. Porque meu pai era idiota. É idiota. Quer saber? Eu nunca quis ser igual a ele. Alguém fala, você é igual ao seu pai? Pô! Me mata logo. Não quero ser igual a ele. Mas quantas palavras... Onde estão os pais e as mães que estão falando?

Filho! Bem feito! Filho! Eu vejo o seu esforço! Filho! Você vai impactar segundo!

Você vai fazer algo que vale? Quantos pais gastam tempo nessa? Quantas crianças crescem ouvindo isso? A gente só fica falando mal deles. Só abordando tudo que é mal neles. Parece que para eles não existe nada bom neles. A única vez que eles ouçam alguma coisa boa é no aniversário. Quando o pai ou a mãe crente ora. Deus, nós te agradecemos pela essa bênção que você nos deu. É o único dia do ano que a criança pensa que talvez é uma bênção. Quantos mais falam, pô, eu faria muitas coisas mais na minha vida se você não teria nascido? Quantos mais culpam o criança por não estudar na faculdade? Fiquei grávida, casei com seu pai.

Mas eu tinha sonhos para a minha vida. E daí você joga para o seu filho o peso de ser o matador dos sonhos.

Palavras machucam. Eu lembro disso aí, quando passamos por um tempo difícil no casamento. Ela falou uma vez para mim. Eu preferi que você me bate.

Que fala.

Porque você fala machuca muito mais.

Quantas pessoas não são assim na vida?

Prefira que me bate. Aquela parada de pau e pedras. Quebo ossos, tanto faz. Ossos, Sara.

Mas as palavras. Quem já ouviu uma coisa feia? Na sua vida, de alguém? E não esqueceu. Obviamente está com a mão no ar, não esqueceu. Quem já foi batido, mas não lembra tanto aquele soco? Uma pessoa me bate uma vez, mas não lembro muito, não. Queiro de bicicleta, não sei o que. A gente não lembra as machucas. Físicas. Mas as palavras marca. Por isso nós temos que controlar a língua. Temos que controlar a nossa língua. Por causa do seu poder e potencial a nos corromper. Tiago 3, 6 fala. Do mesmo jeito, a língua é uma chama de fogo. Ela é um mundo de maldade. E é capaz de contaminar a pessoa por inteiro. Pode pôr sua vida inteira em chamas.

Pois é alimentada com o fogo do inferno. Eu acho que não existe nenhum versículo na Bíblia tão forte como essa relação da língua. Essa daí é cheia. Resumindo, a língua é perigoso. Caraca, meu. É uma bomba atômica na sua boca. Mas eu falo. A língua é uma chama de fogo. Voltando ao versículo antes. Uma floresta inteira pode ser incendiada por uma simples faísca. Quantas vezes nós colocamos em fogo por uma palavra errada? Quantas vezes nós temos fofocado de alguém e nós vemos o desastre que se torna a vida da pessoa? Os resultados de uma palavra dar e a gente fica depois. Caraca, eu devia ter falado. Porque o resultado daquela fofoca acabou com a vida da outra pessoa.

Chama de fogo. É um mundo de maldade. Pensem em todas as coisas que estão na língua. É um mundo, um sistema de maldade. É capaz de contaminar a pessoa por inteiro. Quando a gente morava em Santarém, a gente aprendia uma coisa. Não bebe água lá no Ribeirinho. Ou ora para ninguém te oferece. Porque não quer ofender. Uma coisa que sabe que existem muitas doenças na área ribeirinho. A maioria são por causa da água. Porque eles vão na área do rio. Onde não é brabo. Está mais calmo. Queima para que vai dentro do terreno da terra um pouco. E fica meio parada aí. Então é fácil pegar água. Também os animais sabem disso. Então você vê pessoas ao lado de vacas e bois e tudo.

Na água. Tirando a água para beber. E a água está contaminada, obviamente. Porque os animais estão lá. E o animal não fala. Ah, vou segurar. Até sair da água. Igual a criança na piscina. Eles não querem sair da piscina. Então eles ficam quietinhos lá na esquina um pouco. E daí você começa a brincar mais. Se você já sabe, contamina a água. Então não bebe. Mas a língua pode contaminar por completo. Nem as nossas vidas. Quem já entrou em uma casa e fez um incêndio? A casa pegou fogo. Quem já tirou a roupa daquela casa? Para tentar vestir. Se não é uma coisa que não sai, é a fumaça. Caraca, meu. Tente tirar o fumaça de uma roupa que passa por um incêndio.

Fica contaminado. Não tem como tirar. Por isso, geralmente, quando a casa pega fogo, eles derrubam. Porque a casa fica com aquele cheiro. Não tem como tirar o cheiro. Fica contaminado. Então, além disso, contamina a pessoa e pode pôr sua vida inteira em chamas. E vê que a língua é algo progressivo. Primeiro ele contamina a pessoa, para depois contaminar a sua vida inteira. Tudo que você toca fica contaminado por uma língua podre. Fofoca, difamação, boatas, mentiras. Todas são coisas que acabam com o mundo de pessoas. São coisas também que Deus odeia. A gente vê em Provérbios 16, 6, 9. Uma das coisas de 7 que Ele odeia, 6 que odeia, ou 6 que oberece, 7 que odeia.

Está ligado? O que era o versículo meio doido. É uma testemunha falsa que diz mentiras. A Bíblia não fala em muitas coisas que Deus odeia. Mas essa ideia Ele fala de cara, eu odeio. Uma testemunha falsa. Fofoca. Difamação. Boato. Que diz mentiras. E aí a gente chega no fim do versículo, 6 que fala, Pois é alimentado com o fogo do inferno. Essa também está algo falado no presente. Está alimentado presente. É um instrumento do diabo. Incrível quantos de nós somos purificados dos nossos pecados, mas a língua continua podre. A gente brinca também com aquela parte de dente de ouro. Deus dá um dente de ouro. Nem lembro quem era, mas alguém falou.

Que adianta dar ao cara um dente de ouro e deixar a língua podre ao lado. Se Deus vai tocar alguma coisa, toca na língua. O cara não precisa de dente de ouro. Nós temos que controlar a nossa língua porque é selvagem. Tiago 3, 7 e 8. Pessoas podem dominar todos os tipos de animais, pássaros, septês e peixe, mas ninguém pode dominar a língua. É um mal incontrolável, cheio de veneno mortal. A língua é selvagem, o que dizer? Fora de controle, não domesticado, não civilizado, não disciplinado, irresponsável. E a língua lutará contra qualquer iniciativa de controlar ela. Todos os animais podem ser controlados. Sou o Snowball, canal Aprenda Onde Mijar.

O cachorrinho é lindo, mas ele é meio burro. Desculpa aí, Tiana e Taylor, mas... Faz tudo, esse cachorro ainda é mesmo lugar errado. Mas além do Snowball, todos os animais podem ser controlados. Mas a língua, nenhum homem pode controlar. Em outras palavras, ninguém pode dominar a língua que está escrito no versículo. Ninguém pode controlar ela. E por isso é perigoso. Ainda depois, ser salvo, a língua faz coisas terríveis. Alguém já sabe com essa? Quem já ficou emburrado com a sua própria língua? Você diz, caraca, Deus, por que você me deu essa língua? Igual Adão? Porque você me deu essa mulher? Você vê o primeiro pecado mesmo na Bíblia contra Deus, além do fato de pegar o árvore, mas depois da queda.

O primeiro pecado foi de acusar a Deus de algo. Você vai ler, a mulher pega, cai, Adão cai com ela, dá a queda. E depois da queda, a gente vê Deus procura ele primeiro. Essa mulher que você me deu. Vai culpar Deus? Deus, essa língua que você me deu. Se não fosse por essa língua, eu seria perfeito. Talvez não, mas é um bom sonho, né? Mas a gente fica salvo e a língua continua podre. E o pior, o pior é que você não pode controlar ela.

Hã? Que mensagem é essa, louco? Você está me falando o quê? Eu quero te desafiar essa semana. Tenta. Controlar suas línguas. Quanto quiser. Faz o que quer. Tenta, tenta, tenta, tenta. Controlar sua língua. E vai descobrir uma coisa. É impossível.

Nenhum homem pode domesticar a língua. Por isso a Bíblia fala, ninguém pode dominar a língua. Ah, não. Eu vim pra cá hoje pra ouvir isso?

Que mal notícia.

Que mal notícia. Quem já passa um ano tentando controlar sua língua? Quem tem problema de fofoca? Eu sei, ninguém vai... Mas quem já fala, cara, eu não vou falar de outras pessoas não. Chega, essa coisa é feia. Eu vou parar. Eu nem vou perguntar quem minta porque vocês são brasileiros. Faz parte da linguagem já. Eu não vou exagerar mais. Não vou mentir mais. E você nem passa o mesmo dia e tá mentindo. Tá fofocando. Fica, não. Eu não posso. E Deus faz assim disso. Por isso eu escrevi naquele livro que você não lê e que você não pode. Lá em Tiago, nenhum homem, ninguém pode dominar a língua. Mas é bom pra gente entender isso.

É bom porque a Bíblia fala que o homem não pode. Mas ele não fala que a língua não pode ser controlada. Tá ligado? Ele só fala que nós não podemos. Quem pode? Deus. Deus. E tudo isso nos leva a um ponto de dependência maluca nele. Se nós queremos mudar as nossas línguas, nós queremos, precisamos chegar diante dele. Porque só Deus pode mudar a sua língua. Nós estamos dependentes dele de ganhar controle sobre as nossas línguas. Línguas, né? A língua não é somente como um animal que tá falando aí, mas vai embora também tentando escapar qualquer jaula que tentamos usar pra prender ela. Mas quando escapa e vai escapar, é como uma cobra.

Com um veneno debaixo da sua língua. Veneno mortal. O Romano 3.13 fala, Veneno de cobras está nos seus lábios. É nós. Nós temos que controlar a nossa língua porque é um hipócrita. Tiago 9.13 fala, Às vezes ela louva nosso Senhor e Pai e às vezes amaldiçoa aqueles que foram feitos à imagem de Deus. Tudo ligado com a língua não é sempre mal. O que tá escrito aí? Com ela louvamos o nosso Senhor. E se você não sabe, essa daí é uma coisa boa. É boa de louvar ele. O problema é que depois que louvamos ele, nós descobrimos a facilidade que existe em falar mal de alguém criando a imagem de Deus. Quem já, quando nós já, depois um tempo na igreja, sabe?

Aquele tempo gostoso, louvando, adorando, Deus eu te amo, tu és tudo pra mim. Sabe aqueles mentiros que a gente oferece ele durante o tempo na igreja da música? Mas ainda é legal, né? Podemos falar que ele é grande. Daí você não minta. Melhor deixa o que você sinta por ele ao lado pra evitar mentira na igreja. E simplesmente fala que ele é soberano, ele é grande, ele é todo poderoso, ele é santo. Daí a gente fica no mesmo, mais seguro na parada. Mas depois a gente fala isso, o que vocês fazem isso também durante o tempo? Eu falo, Deus, é, cara, você é demais. Mas é incrível que muitos de nós, nem muitos, vamos falar, quantos de nós,

antes de chegar em casa, ou logo depois de chegar em casa, conseguem falar mal de alguém que estava no mesmo culto, falam as mesmas coisas boas pra Deus. Não é? Ao nosso lado, o nosso irmão também. Santo, santo, santo, Deus, santo, santo. Daí a gente chega em casa e fala, você ouviu? Estava cantando totalmente fora do tom. Pucar uma pessoa dessa, nem dele abrir a boca na igreja. Sabe, gente? Ah, meu! Como a gente, no mesmo hora, quase conseguimos falar mal, enquanto estamos falando de Deus. Descente Deus. e vomitar e volta com o nosso barco de vômito pra falar com ele. Caraca, meu! Eu fico pirado comigo. Como a minha língua.

Eu gosto dessa ideia judaica de culpar a língua, porque eu fico fora, sabe? Essa língua é hipócrita! E tá cheia de hipocrisia. Eu falo coisas pra Deus, eu falo mal do homem. Ô, louco! E Tiago, um deles, fala, e assim, bênçãos e maldições saem da mesma boca sem dúvida, meus irmãos, isso não é correto. Acho que a gente nem tem que falar isso, mas Tiago tá levando a gente pra falar óbvio. As mesmas línguas dos fariseus que louvavam Deus no templo, amaldiçoaram e condenaram Jesus. A mesma língua de Pedro que fala, você é o Cristo, filho de Deus, vivo, também fala, eu juro, eu não conheço o homem. A mesma língua que cumprimenta irmãos na igreja,

fofoca sobre eles.

Foi uma esposa do presidente, o presidente Franklin Roosevelt, esposa dele, falou, mentes grandes falam de ideias, mentes mediúrgues falam de eventos, mentes pequenas falam de pessoas. da mesma boca vem bênçãos e maldições. E Tiago fala o óbvio, meus irmãos, isso não é correto. Nós temos que chegar a um ponto que não toleramos pecados com as nossas línguas. Temos que chegar a um ponto que nós mesmos ficamos pirados. Cada vez que uma coisa começa a sair, a gente fica, caraca, não quero isso, não. E implora a Deus por ajuda. Deus me ajuda, cara. Me ajuda, porque eu estou tentando, mas não estou conseguindo. Ele fala,

eu sei que você não vai conseguir, porque eu que faço.

Mas Deus nos ajuda. Tiago 3, 11 a 12, ele fala, por acaso, pode ser água doce e água amarga da mesma fonte? Uma figueira produz azeitonas, uma videira, pigos. Não. E você não pode tirar água doce de uma fonte de água salgada. Você não pode tirar água doce de uma fonte de água salgada. Isso daí é a conclusão dessa parte que ele está nos ensinando. Não é uma pergunta. É uma frase, uma conclusão. É uma coisa declarada. Você não pode tirar água doce de uma fonte de água salgada. Um coração puro, um coração doce, não pode produzir água salgada. E um coração amarga não pode produzir água doce. O sabor da água fala da fonte.

E a gente começa a meditar nessa.

Porque parece com condenação.

Parece que Tiago está nos levando a um lugar a nos condenar. porque ele não está falando agora, todos nós cometemos muitos erros, não está falando de comparação, ele está declarando algo. Você não pode tirar água doce de uma fonte de água salgada. E agora nós estamos de volta onde começamos. tudo que Tiago está fazendo e agora está levando os crentes a um ponto a perguntar você é salvo?

Você é salvo? Tem fruto.

E essa vez está pegando a língua para nos levar um ponto, a olhar para a nossa língua e perguntar você é salvo? salvo?

Crentes de verdade com uma fé verdadeira serão revelados nas suas conversas.

Por isso, a sua língua vai te justificar ou te condenar. Se você é um crente, deve ser visto pelas palavras que saem da sua boca. E agora nós temos tensão de verdade. temos alguém em nós falando, ah não, peraí, volte um pouco, estou meio confuso. O que é isso? Porque nós vemos a realidade das nossas línguas e vemos a declaração de Tiago. Nós vemos nesse lado aqui que tem a realidade de que vivemos mal e a realidade de Tiago declara que deve ser que é bom. E isso é a tensão com a qual nós temos que viver. Porque essa parada que nos empurra na direção da cruz. De ver, eu não estou onde eu devo estar. A única maneira

que eu vou chegar aqui, a única jeito que eu vou chegar aqui é através da cruz. se as nossas línguas vão nos justificar ou nos convenar, somos ferrados sinceramente falando.

Eu não gostaria que as pessoas soubessem de umas conversas que eu tenho às vezes. Falando mal de alguém ou fofocando ou até palavrão que talvez está da minha boca. imagine. Puxa vida, alguém aqui já solta um palavrão nesse ano? Não? Duvido.

Tiago nos avisa duas coisas aqui. Quem nós somos é revelado pela nossa língua e que a nossa língua tem um potencial tremendo para desastre. Por isso ele nos fala que precisamos ter uma língua controlada. E se temos, a evidência que somos salvos. Então, enquanto você olha para sua própria vida, porque não adianta a gente ler para o Lucas, fofoqueiro, esse cara, meu Deus do céu. Só falo mal de outros. Eu estou falando para o Ricardo, depois eu escuto. Pô, cara, realmente, esse foi para o Lucas. O cara é fofoqueiro.

Claro que estou falando com o Ricardo não é fofoca, porque eu sou pastor, então nós podemos falar dos outros porque não é fofoca como a gente fala. Tá ligado? Só quando os outros falam, mas não falam, não, eu estou no um dia do Senhor. Se falam mal do pastor, o anjo da igreja, não sei o que mais que eles inventam sobre o cara lá na frente, cuidado,

que Deus vai fazer o chão se abrir e vai te comer. Não é? Não. mas enquanto você olha para a sua própria vida, se de repente você ouça algo saindo que não deve, essa hora para você confessar, pega aquela parada na hora, não deixa passar, não se justificar, confessar, se arrepender, corre para a cruz Deus, purifica essa língua podre, porque como você age quando você veja água, água salgada saindo da sua fonte, doce,

como você age é a chave da sua força vida espiritual, nós vamos cair com as nossas línguas, isso é óbvio. Eu acho que há pessoas que nem sabem falar, conseguem fofocar com seus dedos, falando em libras, será? Claro, aí o Tiago tem que escrever sobre os dedos, mas é doido como a natureza humana fala mal dos outros, talvez até ir em um lugar que nem tem linguagem, eles fazem desenhos na areia, fofocando outro cara, caindo na água, e o cara estava tentando passar pela ponte, cai na água, ela fica desenhando, o cara cai na água, nem tem palavras, ô louco, vamos cair, isso é óbvio, mas como reagimos? Fala tudo, uma pessoa

que tem o Espírito Santo nele, vai ouvir, vai ver a coisa e fala, não, não quero isso, a pessoa que não tem Deus nele, não se liga, ou ele se justifica, né, é simples, mente algo que nós fazemos e aceitamos como natural, todo mundo fofoca, todo mundo minta, todo mundo, todo mundo, estou feliz, todo mundo, eu não sou o único, porque está escrito lá, todos nós, é nós, todos nós, aleluia, Deus te abençoe, ou vamos ouvir algo mal está em nossa boca, e pira, fala, não, eu não vou tolerar isso, isso, isso daí não vai ser algo que me define, quantos nós conhecemos pessoas que tem fama de fofoqueiro, já, conhece alguém tem fama

de ser mentiroso, eu tinha um amigo no primeiro grau, cara mentiu pra caraca, todo mundo sabe que cara mentiu, mas isso não impedia ele de mentir, ele tinha fama de mentiroso, oh louco, só que ele não sabia, mas o que sai das nossas bocas, define quem nós somos diante de outras pessoas, muitas vezes, conheço alguém que está sempre encorajando os outros também, eu conheço pessoas que cara, só sai da boca palavras de amor, de estimular, de encorajar, dessas são aqueles que você gosta por perto, você foge dos outros, né, mas o que nós somos e como nós somos o nosso falar, define, tinha uma mulher que tinha parado de fofoca

na igreja dela, verídica a história, e ela fofocava sobre todo mundo, até o dia ele estava fofocando sobre o pastor, porque ele estava saindo, estava passando na frente de um bar, o bar estava no segundo andar de um prédio, eu vi o pastor saindo com outro cara, e lá eu fico de longe, outro lado da rua, pastor saindo do bar, e chegue lá embaixo, ele atropessou um pouco cada escada, olha como ela correu de lá, e como é bom de ter telefone sem limite de impulsos, ele ligou para todo mundo, viu o pastor saindo do bar embriagado, e daí o telefone do pastor começou a tocar, que isso pastor, quem já tira ele do cargo dele,

e ele tinha que tentar ir um por um com cada pessoa que tinha ouvido, até ele achar até a fonte da mentira, porque a verdade é que tinha um irmão da igreja que recentemente tinha largado o vício de bebida, e alguém ligou para ele, pastor,

João está aqui, ele correu para o bar, para tirar de lá antes dele cair, e conseguiu ele, enquanto estava descendo, ele simplesmente escorregou,

e essa irmã falou para todo mundo que estava saindo do bar com tal e tal, embriagado, ele chegou lá para confrontar ela,

e ela ficou com tanta vergonha, e até início Deus mesmo jogou uma convicção sobre ela em relação de tanto que ela fofocava, ela falou, pastor, amanhã no culto, eu quero chegar na frente, eu quero colocar a minha língua no altar, ele ouve para ela e fala, irmã, não existe um altar suficiente grande para a sua língua,

né, o que vamos fazer, porque se a gente fica ligado, Deus vai nos falar das nossas línguas, ele vai trazer convicção, mas naquela hora, vamos fazer o que, vamos confessar ou se justificar, nós temos que vigiar tudo que sai das nossas bocas e nos questionar de por que vamos falar antes, se vai falar de alguém, para alguém que não é aquele alguém, por que?

Por que você vai falar mal de alguém?

Geralmente, porque nós temos autoestima muito baixo e nós sentimos melhor mostrando como alguém além de nós, é pior do que nós, da gente gosta, porque no mínimo nos olhos, daquele que está sendo ouvido nossa fofoca, nós somos melhores do que aquele outro, mas não tem lugar por isso na vida cristã, não tem lugar por isso na igreja, principalmente aqui entre nós, se nós somos uma família, uma família cheia de falsidade, que minta uns aos outros, no nome do Senhor, todo mundo junto, uma família, não, é, cara, se nós somos uma família, uma coisa que eu sei, eu defendo a minha família, não vou fofocar a minha esposa para ninguém,

ainda nas horas que eu estou irritado com ela, sabe, que tem nos horas, desde em quando, eu sinto justificado em ser irritado, geralmente mais ela que tem razão, mas eu lembro, eu tenho dois irmãos, o segundo dos meus irmãos, eu nunca fui muito, sabe, íntimo com ele, mas o Cassius sim, o segundo ele é meio diferente, agora eu gosto muito dele, mas como criança o cara ele é meio doido, ele pediu pessoas abusarem na escola, só aqueles que parecem que tem um dom de pedir abuso, foi ele, mas, uma coisa existe em mim, não mexe com o meu irmão, pode falar dele, eu falo dele, também, mas se alguém bate nele, já era, e uma vez

só no segundo grau, um cara bateu nele, e eu cheguei lá, porque defendo, ainda que eu não concordo com tudo nele, eu defendo ele, ele tem que ser assim entre nós, talvez a gente não concorda com tudo, mas defende, a gente defende, a gente não vai ficar aqui entre nós, tirando um ao outro, se você não tem uma palavra de encorajar, de amar, de edificar, faça um favor, fique calado, é simples, só não abrir a sua boca, você quer ser radical, tipo, Jesus, corta a sua língua fora, faz o mundo um favor, temos que vigiar tudo que sai, nossas palavras, podem começar um incêndio, que acaba com a vida de alguém, e nós sabemos

de quão difícil é de restaurar algo destruído por fogo, por isso nós oramos com Davi em Salmos 141, 3, Deus, o Senhor, controla a minha boca e não me deixes falar o que não devo, Deus, eu peço, assim, nessa manhã que o Senhor traz mesmo uma convicção sobre nós, Senhor, de fica ligado, Senhor, é tão fácil de pecar com nossas línguas, é tão fácil de falar coisas que até na hora parecem engraçadas, mas malprestam, isso nos leva a um ponto que vivemos vidas de quais as nossas línguas nos justificam, justificam a nossa profissão de ser crente e não nos condena, se nos ajuda, nós sabemos, Senhor, que a língua está fora nos controle,

mas isso também não vai nos levar a desistir de fazer tudo que nós podemos para controlar a língua, para lutar contra ela, mas Senhor, purifique as nossas línguas para sua glória, !

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