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"A família é a pedra angular da nossa sociedade. Mais do que qualquer outra força, ela molda a atitude, as esperanças, as ambições e os valores da criança. E quando a família colapsa, são as crianças que são geralmente danificadas. Quando isso acontece em grande escala, a própria comunidade está paralisada. Então, a menos que trabalhemos para fortalecer a família, para criar condições em que a maioria dos pais permanecerá juntos, todo o resto: escolas, parques onde as crianças podem brincar, assistência pública e preocupação pessoal nunca serão suficientes..." - Pres. Lyndon B. Johnson (36º presidente dos Estados Unidos).

Reforma começa comigo. Reforma começa na minha casa, na minha família.

Richard Baxter, um pastor Puritano bem conhecido, disse: "Conseguir fazer os homens de famílias fazerem o seu dever não apenas poupará você de muito trabalho, mas vai muito mais longe ao sucesso do seu trabalho... Não é provável que você veja a qualquer reforma geral até que você procurasse a reforma da família. Pouca religião pode haver, aqui e ali; mas enquanto ela se limita as pessoas solteiras e não é promovido nas famílias, não prosperará, nem promete de muito aumento no futuro".

Desde que a Revolução Industrial começou no fim do século 18, a sociedade tem mudado muito. Até aquele momento, a cultura rural e os seus valores fizeram o conceito da família seguro. A maioria das pessoas morava em comunidades pequenas. As mesmas famílias moravam nos mesmos lugares por gerações, já que a terra pertencia a família. O pai e a mãe geralmente eram da mesma comunidade e as crianças eram consideradas benções, pois cada mão extra fez que o campo produzisse mais comida e cada profissão produzisse mais produtos. Também os talentos da mãe de cozinhar, cuidar da casa e fazer roupas eram muitos necessários na casa. Os meninos trabalhavam desde pequeno ao lado dos seus pais no campo ou na loja dependendo da sua profissão, e a mãe ficou com suas filhas na casa. Porém, as crianças não aprenderem somente coisas ligadas ao trabalho, mas também caráter e valores. Trabalho, lazer, religião e o bem estar da casa estavam focados na família e assim contribuiu ao um sentimento de identidade e fazendo parte de algo. Mas quando veio as máquinas e as fábricas, as cidades começaram a crescer e o mundo mudou radicalmente. Um dos lugares mais afetados foi a própria família. Em vez de continuar seguindo princípios Bíblicos, ela começou seguir as normas da sociedade.

Com a chegada da Revolução Industrial, as indústrias modernas precisavam de locais centralizados e um grande número de funcionários. Assim, os jovens deixaram a segurança da vida numa vila pequena para a promessa de um futuro melhor nas cidades. No início, as condições de trabalho e vida eram bem difíceis e os jovens cristãos descobriram que não tinha igrejas nem pastores onde precisavam. Assim a população não somente se tornou urbano, mas com a passagem de gerações, mais secular também.

Os benefícios econômicos de fabricas e transporte barato eventualmente beneficiaram muito a família em relação de coisas materiais, mas não espiritualmente. As pessoas podiam comprar produtos mais barato do que nunca, mas o efeito era de criar uma sociedade materialista voltado ao consumidor, uma sociedade que enfatizou gratificação instante.

Essas mudanças na cultura lutaram contra e destruiu as fundações sociológicas que desde tempos passados seguravam e mantinham a família junto. Industrialismo significava que um menino não precisava mais seguir nos passos do seu pai em sua profissão. As novas indústrias requisitaram novas habilidades, habilidades que ele não aprendeu do seu pai. Até a profissão dos agricultores mudou com a invenção de máquinas, pois menos companheiros eram necessários, e isso ajudou com o êxodo para as cidades.

Antes, famílias grandes eram necessárias para cuidar de tudo, agora mais crianças significava somente mais bocas para alimentar. Em vez de ser benção, uma família grande era um peso financeiro.

Da mesma forma, máquinas acabaram com muito do trabalho tradicional da mulher,  fazendo-a sentir quase inútil no lar. Chegando ao século XX, as mulheres estavam entediadas e não mais desafiadas pelo peso de cuidar do lar, e assim se sentiram não realizadas.

A tecnologia também tirava muito das diferenças tradicionais entre o homem e a mulher. A tecnologia deixava a mulher trabalhar nas fábricas fazendo o mesmo trabalho dos homens. Assim, as mulheres se tornaram concorrentes com os homens para os mesmos empregos.

Mais transporte significava que os filhos podiam mudar mais longe dos seus pais em busca de uma vida melhor econômica. Isso acabou com o senso de comunidade que sempre existia e assim foi o fim da estrutura de suporte oferecido pela família. O resultado era que a identidade do indivíduo era menos dependente na sua família ou comunidade e mais nos seus pertences materiais e se sentindo realizado.

Com a oportunidade de mais opções no mundo econômica, compromisso de qualquer única opção diminuiu. Por exemplo, numa comunidade pequena, as opções de casamento eram limitadas, enquanto o mundo urbano tinha muitas. Com o tempo necessitado de aprender as novas habilidades para trabalhar e com tantas opções a respeito de casamento, os jovens adiantaram se casando bem mais do que antes. Essas duas coisas somadas com prosperidade material resultaram em “namoro” ao invés de “corte” como o caminho para achar com quem casar. Os jovens tinham mais tempo, mais oportunidades e mais alternativas. Tinham também menos compromisso em relacionamentos, pois sempre tinham mais opções se esse não deu certo. Junto com a ideia humanista que “o bem maior é prazer”, a epidemia de divórcio era inevitável.

Com as demandas dessa nova vida próspera, os pais tinham que trabalhar fora da casa e então a família abriu mão do que era sempre seu direito, educar seus filhos. Assim, o estado criou escolas, tirando as crianças dos seus lares e das influências da família. Individualismo se tornou o foco da educação humanista e o foco no bem da família se tornou algo basicamente extinto.

Em tudo isso a igreja pisou na bola. Em vez de influenciar sociedade, ela se deixou ser influenciada, correndo atrás da promessa de “vida boa”. Até hoje nós sacrificamos nossos filhos no altar de bons empregos, carreiras e uma casa cheia de brinquedos.

Junto com essa mudança na sociedade, na família e o foco humanista no indivíduo, a teologia arminiana ressurgiu com seu foco na pessoa e seu tal “livre arbítrio”, ao invés do Deus soberano que criou o Universo. Assim o crente tinha que lidar não somente com uma sociedade desviada, mas também com uma teologia desviada. E até hoje esse crente está tentando lidar com as duas.

Hoje a família é geralmente feita de um homem e uma mulher que vem de lugares diferentes com culturas diferentes e sem nenhum senso da sua história cultural. Quem eram os seus avós? O que eles fizeram? Assim, com esses lugares diferentes e culturas diferentes vem alvos diferentes, interesses diferentes e expectativas de vida diferentes. A única coisa que têm em comum é o compromisso de se realizar.

O casal se conhece e casa com o propósito de ser feliz, curtir a vida e conseguir tudo que pode. Com esse desejo de ter coisas, o rapaz e a moça arrumam empregos e dividem as responsabilidades do lar. Depois de alguns anos em contrair e aumentar dívidas, o casal decide ter filhos. Mas, por causa das dívidas, não podem ter muitos filhos. E depois que o filho nasce, a mãe volta a trabalhar por causa das dívidas da casa e o custo de vida que já estabeleceram baseado em duas receitas. A mãe volta a trabalhar e o filho é deixado com uma babá ou matriculado numa escola. O tempo da família é limitado por causa da carreira do pai e o trabalho da mãe e tempo de qualidade acabe se resumindo em duas letras “TV” com a família assistindo o mesmo programa juntos.

A igreja em si não ajuda nesse aspecto, pois ela também faz questão de separar os filhos dos seus pais dando a eles um tipo de entretenimento que raramente traz um benefício ou uma mudança à vida deles. Os valores dos filhos não vêm mais dos seus pais, mas da escola, da TV e dos amigos. E desde que a sociedade enfatiza gratificação pessoal, um número significante de jovens se envolvem em sexo fora do casamento, drogas e bebida, muito que eles escondem dos seus pais sentados num outro lugar na igreja. Por isso tantos pais são felizes se os seus filhos apenas evitam drogas ou uma gravidez fora do casamento, depois vão para a faculdade e conseguem um bom emprego. Que felicidade confusa! A última estatística fala que 88% das crianças criadas na igreja sairão depois do ensino médio. Como podem ser felizes com o sucesso dos filhos nesse mundo enquanto as suas almas estão em perigo de eternidade no inferno? No outro lado, muitos pais são felizes e contentes se os seus filhos casam com um crente, ainda que seja nominal, e vão à uma igreja de vez em quando. Mas como podem ser felizes vendo seus filhos mornos e indiferentes a respeito do evangelho?

Enquanto isso, o casamento dos próprios pais está em perigo. Os dois estão frustrados um com o outro e o adultério é uma possibilidade. O pai abre mão do seu dever de liderar e deixa a mãe mandar e tomar as decisões a respeito da família, enquanto ele procura o programa para o “tempo da família”. A mãe quer um marido forte que toma a frente, mas ela não tem nenhum exemplo de submissão bíblico e a cultura secular tem dado a ela expectativas não realistas de que significa ser uma mulher. Segundo o mundo, ela deve ter sua própria carreira, seja uma mãe extraordinária e uma esposa tarada na cama com seu marido, tudo enquanto ela tenta descobrir quem ela é de verdade. Assim ela acaba frustrada, magoada e falando mal do seu marido às outras mulheres reunidas para um estudo bíblico!

Se a família for muito “espiritual”, envolverão em cada ministério que tem na igreja, assim tirando qualquer possibilidade de gastar tempo junto como família. Depois de um tempo, os filhos vão à faculdade, se formam e deixam a fachada da família para trás para repetir tudo o que os seus pais fizeram. E os pais fazem tudo para aposentar cedo para poder gastar mais tempo junto na frente da TV, reclamando do fato que os filhos moram longe e não os visitam.

No fim de tudo, cada individual é frustrado sem saber por que, dedicado ao seu trabalho e a busca de lazer, sem perceber que o sonho oferecido é uma ilusão.

·         Os homens estão frustrados sem saber o que é de ser homem e sem nenhum propósito verdadeiro na vida.

·         As mulheres estão frustradas com seus maridos que vivem sem responsabilidade fora dos seus empregos, e assim, elas mandam nas casas e na igreja.

·         A criação das crianças é vista como uma experiência em vez de um dever a cumprir.

·         A igreja em si é nada mais do que um clube social, um lugar de programas e entretenimento, em que a lista de membros muda a cada ano, assim não existem muitos relacionamentos significantes.

·         Não tendo nenhum relacionamento significante que dure muito tempo, os crentes acabam sendo como seus vizinhos incrédulos vivendo vidas totalmente voltadas a si; a única diferença é que possuem um pouco de conhecimento bíblico.

A raiz de tudo isso é a perda da família baseada na Bíblia. Se vamos reformar a igreja, temos que reformar a família. Mas, para reformar a família, temos que seguir o modelo da Bíblia e não da sociedade ou da cultura.

Entendendo que talvez algumas das nossas crenças e práticas podem ser contra a Bíblia, a gente vai em frente.

Sugestões para a Reforma da família:

1.    Ter filhos.

Coloque o foco de volta à família e não na carreira ou busca por conforto e coisas. E deixe me enfatizar; “filhos”; plural. Um filho só cresce pensando que o mundo gira em torno dele, pois na sua experiência, isso é verdade. Lembro-me de uma vez em que alguém olhou para nossa família e perguntou: “Todos esses são seus filhos?” Todos!? Só temos quatro...

Sl 127.3-5: Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá. Como flechas nas mãos do guerreiro são os filhos nascidos na juventude. Como é feliz o homem que tem a sua aljava cheia deles! Não será humilhado quando enfrentar seus inimigos no tribunal.

Eles são benções, flechas, é bom para a estrutura do lar e o crescimento dos próprios filhos. Ouço sempre pais com um filho afirmarem que “filhos são bênçãos”. De qual? Eu sempre pergunto: “Então, por que só tem um?” Se cremos mesmo que eles são bênçãos, devemos ter tantos filhos o quanto Deus deseja nos dar. Quem quer limitar as benções de Deus? As razões de cortar ou “ajudar” Deus não são bíblicas.

2.    O marido tem que ser o cabeça da sua família.

Cabeça quer dizer autoridade. Os homens têm que assumir a responsabilidade para com suas famílias.

Ef 5.23: Pois o marido é o cabeça da sua esposa como Cristo é o cabeça da igreja, que é o seu corpo, e do qual ele é o Salvador.

3.    Repensar as suas prioridades.

Hoje em dia os pais estão enfatizando educação, dinheiro e emprego. Os pais sempre perguntam aos seus filhos se fizeram seus deveres de casa ou estudaram para a prova. Mas, quando foi a última vez que um pai cristão perguntou ao seu filho se leu a Bíblia ou tirou tempo com Deus? Ou melhor, quando foi a última vez que seu filho te viu lendo a Bíblia ou orando? Daqui a vinte anos, vamos ter uma geração bem formada, informada e segura nesse mundo. O triste é que ela estará indo para o inferno por causa do resultado de pais que nunca fizeram de Deus ou Jesus a prioridade nas suas casas. “O que adianta se o meu filho ganhar o mundo inteiro e perder a sua própria alma?”

4.    Famílias têm que assumir a responsabilidade da educação dos seus filhos.

Independentes se eles estudam numa escola estadual ou privada ou em casa, educação é a responsabilidade da família.

Um amigo do meu filho falou-me essa semana que um pai na escola onde ele ensina o perguntou: “O que eu posso fazer para te ajudar na educação do meu filho?” Do que ele ficou pensando: “Isso não é algo que eu devo estar te perguntando?” Hoje em dia nós temos terceirizado a criação dos nossos filhos, entregando-os a pessoas das quais sabemos muito pouco a respeito delas. Outra pergunta? Em que acredita o professor de seu filho?

Pais (homens) precisam ensinar a Palavra de Deus aos seus filhos. Eles vão prestar contas à Deus por isso. Nada é mais importante ao bem estar da família do que esse dever.

Dt 6.6-7: Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar.

Liderança no lar começa com o pai liderando a família em Adoração todo dia. Charles Spurgeon uma vez disse: Irmãos, eu gostaria que fosse mais comum, eu gostaria que fosse universal, que todos os cristãos tivessem oração familiar. Por vezes, ouvimos falar de filhos de pais cristãos que não crescem no temor de Deus, e somos perguntados como é que eles se saem tão mal. Em muitos, muitos casos mesmos, temo que exista uma negligencia tão grande do culto da família que é duvidosa que as crianças estejam impressionadas em qualquer maneira por qualquer piedade supostamente a ser possuído por seus pais”.

Estando sua família numa igreja que ensina a Palavra de Deus é crucial, mas não é suficiente para passar aos seus filhos tudo que você quer os ensinar sobre Deus e o que você crer. Não é muito provável que uma ou duas vezes por semana na igreja vai impressionar seus filhos o suficiente da grandeza e glória de Deus ao ponto que vão querer seguir uma vez que sair de casa como temos falado. 88% não vão seguir. Por isso o tempo devocional da família é tão importante.

Será que estamos colocando importância suficiente na adoração à Deus em nossas casas?

5.    Contra o feminismo humanista da cultura moderna, as esposas precisam aprender a se submeter a autoridade do seu marido.

Ef 5.22: Esposas, submetam-se aos seus maridos como vocês se submetem ao Senhor.

Antes de casar, a mulher deve se perguntar: “Claro que eu o amo, mas eu o respeito e posso e submeter a ele?” Amar é fácil, abrir mão do controle que desfrutava quando era solteira, não é tão fácil assim.

Submeter parece uma palavra grossa, algo quase relacionado a escravidão, mas não o é. É simplesmente deixar seu marido fazer o que Deus o chamou para fazer: liderar. Isso não quer dizer que ele irá se tornar um ditador. Um bom líder sabe como ouvir e aproveitar os conselhos e opiniões daqueles que estão sob sua liderança. Mas ao final das contas, ele é o responsável diante de Deus e prestará contas a Ele por tudo o que acontece sob sua liderança. O papel da mulher é de apoiar o marido nessa tarefa e seguir aonde ele for. Agora, antes de você me chamar de machista, volte e leia Efésios 5.22: É o que Deus falou, não eu. E pense nisso; não é uma opção, nem uma sugestão, mas uma ordem.

Tito 2.3-5: Da mesma maneira, ensine às mulheres mais velhas a viverem de uma maneira que é apropriada a alguém que serve ao Senhor. Elas não devem ficar falando mal dos outros, nem ser escravas da bebida. Elas devem ensinar o que é bom, 4 e assim treinar as mulheres mais jovens a amarem seus maridos e seus filhos, 5 serem autocontroladas, puras, boas donas de casa, fazendo o bem e sendo submissas aos seus maridos, para que ninguém fale mal da palavra de Deus. (Ênfase minha)

As mulheres devem ser ocupadas nas suas casas; “boas donas de casa”. Se precisar de mais dinheiro, devem descobrir uma maneira alternativa sem sair da casa. Ou melhor, abaixar seu padrão de vida. Trabalhando fora da casa enquanto tem filhos pequenos é destrutivo à família, é um mal para os filhos, subverte o papel do homem e distorce o papel da mulher. Sim, eu entendo a realidade da mãe solteira que tem que trabalhar para sustentar a sua família. Eu cresci numa casa assim. Nesse caso, estamos falando de uma família com a estrutura já destruída.

6.    A igreja não deve separar as famílias.

Isto quer dizer escola dominical, culto de jovens ou qualquer outro tipo de babá religioso. Ensine as crianças a adorar desde pequena com a igreja inteira. Tempo devocional da família diária. Treinem as crianças para isso.

7.    Famílias têm que sair do buraco da dívida.

Ro 13.8: Não devam nada a ninguém, a não ser o amor de uns pelos outros.

Dívida é uma escravidão. Faça o que puder para se livrar dela. Pare de comprar o que não precisa e gastar o que não tem.

8.    Famílias devem usar seu tempo junto numa maneira construtiva, lendo, trabalhando ou brincando junto. TV nunca!

9.    Jovens não devem namorar.

Namoro é o grande enganador da juventude. Ele promete muito e não dá nada a não ser decepções, pureza perdida e corações partidos. Nós, como pais, devemos saber disso devido as nossas próprias experiências com namoro. Se já queimamos nossa mão no fogão, por que permitiremos o nosso filho colocar a mão no mesmo fogão? E isso sem mencionar como Deus ver o namoro e sua opinião de jovens agindo como casais sem o compromisso e fazendo o que deve ser feito somente dentro do casamento. Lembrem-se pais: Deus irá cobrar por tudo que você liberou em sua casa. Você deve ser o protetor do seu filho ou filha, não o cafetão.

Como regra, jovens não devem gastar tempo sozinho com o sexo oposto antes de casarem. O por quê deve ser bem óbvio. É chamado de amor e proteção. E nisso, os pais precisam ser envolvidos no processo de escolher um parceiro ou parceira para suas vidas. Pais têm a responsabilidade de fazer questão que o casal tenha doutrinas bíblicas, ministério, chamado e alvos de vida em comum.

10. Adolescentes são adultos jovens e não devemos ver os anos de adolescência como um tempo de irresponsabilidade.

Damos aos adolescentes tempo, dinheiro e oportunidade demais para pecar. Ao invés dar tanta liberdade, devemos dar responsabilidades. Devemos ensiná-los que não há benefícios e benções na vida sem responsabilidade. Nada é de graça. Nem a sua salvação, pois alguém teve que pagar por ela. Jovens devem focar seu tempo trabalhando em prol do seu chamado e futuro o mais cedo possível na vida.

Eu sei que algumas coisas aqui não vão ser aceitas por todos, mas o ponto principal aqui é que nós começamos pensar biblicamente sobre o que a família é e como deve ser. Temos que pensar sobre nossas famílias no presente e futuro e fazer perguntas sobre o que é importante. Quais são os nossos valores?

Se vamos reformar a igreja, temos que reformar a família, pois tudo que está errado com a igreja, simplesmente reflete o que está errado na família.

"Não é provável que você veja a qualquer reforma geral até você procurar a reforma da família". -  Richard Baxter 

 

Jeff